A Amnistia Internacional apelou ao Governo de Moçambique que realize «investigações imediatas, completas e imparciais» a todas as alegações de execuções extrajudiciais no país, cumprindo os compromissos hoje assumidos no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.
No final da sua Revisão Periódica Universal, um mecanismo de avaliação da situação de direitos humanos de cada Estado-Membro da ONU, Moçambique aceitou a recomendação de assegurar que as alegações de detenção arbitrária, uso excessivo da força, execuções extrajudiciais, tortura e outros maus-tratos por agentes estatais sejam objeto de investigações imediatas, completas e imparciais, disse à Lusa a enviada da Amnistia Internacional (AI) a Genebra.
Mariana Abreu, coordenadora de campanhas da AI para Moçambique e Angola, disse que a organização de defesa dos direitos humanos aplaude a aceitação, mas lembrou que já na última revisão periódica, em 2011, o país tinha feito o mesmo compromisso, sem que fosse entretanto cumprido.
Diário Digital / Lusa
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